Aprenda a gerar riqueza sem gerar miséria com a tecno-humanização

Por: Marcio Bueno

O ser humano aprende pelo amor ou pelo amor.
Esta afirmação que faz parte da sabedoria popular é certa e sempre atual.
A neurociência explica o porque os altos impactos emocionais são os que mais nos trazem aprendizados.

Quantas pessoas deixaram de fumar após a morte, por câncer de pulmão, de um ser querido?
Quantas pessoas emagreceram após serem humilhados pelo seu estado físico?
Quantas pessoas aprenderam a sorrir após o nascimento de um filho?

Estamos vivendo uma pandemia, algo que colocou em xeque nosso modelo socioeconômico.
Economia globalizada: OK
Transformação digital: OK
Zonas de uniões políticas e econômicas: OK

Ficou claro que era tudo mentira!
Farsa, hipocrisia, má fé, egoísmo, estupidez humana ou simplesmente desconhecimento e efeito manados.

Quando vemos ou fazemos algo que sabemos que não está bem, o nosso cérebro trata de buscar justificar nossas atitudes para resolver essa dissonância cognitiva que nos gera desconforto. Temos a todo momento que pensar e sentir que somos boas pessoas.

Mas e depois que a tempestade passar?
O fabricante de videoconferência afirma que o futuro passa 100% pelo Home Office.
O agente imobiliário prega a importância do contato visual e do contato físico.
Embora advogando em causa própria, ambos têm razão.

Não é possível prever o que faremos com as lições aprendidas por esta tempestade. Nem sequer se iremos aprender algo.
Porém, temos uma excelente notícia, o arco-íris só aparece após a chuva.

Ao longo da história, após a todas as pandemias os níveis de conscientização e humanização aumentaram significativamente.
Isso somado aos níveis de conscientização que já começavam a crescer nos millennials e centennials, teremos uma sociedade, ao menos por um tempo, mais humanizada.

A empresa que quiser se preparar para a pós pandemia, deve aplicar tecnologia para humanizar-se.
E aprender a criar riqueza sem gerar miséria com a Tecno-Humanização.

Marcio Bueno
Tecno-Humanista
CEO da BE&SK